Conheça Minas: Cidades Históricas de Minas Gerais

 

Barão de Cocais

 

Barão de Cocais é uma das muitas localidades surgidas da atividade mineradora, durante os séculos XVIII e parte do XIX. Chamada de São João Batista do Morro Grande, em 1943 passou a ser chamada pelo atual nome, em homenagem a José Feliciano Pinto Coelho da Cunha, um dos comandantes da Revolução Liberal de Minas.  Está localizada a 101 km de Belo Horizonte, na região central do estado, e possui acesso pela BR – 262 / MG – 436. É conhecida como o “Portal do Caraça” por estar no caminho do Santuário, passeio imperdível para quem está no município. . Sua economia é sustentada basicamente pela siderurgia e metalurgia. O município possui muitos atrativos naturais e é ótimo ponto para prática de esportes radicais, devido à grande quantidade de matas e cachoeiras que possui em seu arredor. Uma festa tradicional na cidade é o “Baile de Aleluia”, que acontece na Semana Santa.

Mais informações no site oficial: www.baraodecocais.mg.gov.br

 

 

Barbacena

 

Em busca do ouro, bandeirantes paulistas avançaram pelo território das Minas Gerais. No final do século XVIII, mais precisamente em 1698, estabeleceram-se na região Garcia Rodrigues Paes e Domingos Rodrigues da Fonseca Leme vindo a fundar a fazenda da Borda do Campo, considerada o berço de Barbacena.

Em 1748 foi autorizada a construção da igreja de Nossa Senhora da Piedade, ocasião em que algumas casas estavam sendo construídas ao seu redor. É o arraial da Borda do Campo. Esta igreja foi entregue ao culto em 1764.

No dia 14 de agosto de 1791 foi criada a Vila de Barbacena. O nome foi em homenagem a Luís Antônio Furtado de Castro do Rio de Mendonça e Faro - Visconde de Barbacena.

O título de Nobre e Muito Leal Cidade de Barbacena foi dado por D. Pedro I em 1823.

Barbacena é elevada a cidade em 9 de março de 1840.

Mais informações no site oficial: www.barbacena.mg.gov.br

 

 

Caeté

 

Cidade que fica a 50 km de Belo Horizonte, pela BR – 262 sentido Vitória, Caeté surgiu no século XVIII, na época do Ciclo do Ouro. Abriga a Serra da Piedade, uma bonita formação rochosa que possui em seu topo o Santuário de Nossa Senhora da Piedade e também o observatório astronômico da UFMG, que abre mensalmente para visitações. Caeté possui edificações que retratam a época de sua fundação, como a Matriz de Nossa do Bonsucesso, o Pelourinho do Poder, local em que os negros eram castigados, a Igreja de São Francisco de Assis, vários chafarizes e o Museu Regional, que é considerado uma das mais belas edificações da cidade.

Mais informações no site oficial: www.caete.mg.gov.br

 

 

Catas Altas

 

Fundada em 1702, quando Domingos Borges e Manuel Dias desbravaram a região em busca do ouro. A partir daí, a população foi se mobilizando e irmandades como a do Santíssimo Sacramento, Confraria de Nossa Senhora do Terço e do Rosário dos Pretos, assim como de São Francisco de Assis foram sendo organizadas e dando o ponto de partida da religiosidade na região. Sua economia está voltada para extração de ferro e a cidade oferece turismo tanto ecológico quanto histórico. Por ser localizada ao pé da Serra do Caraça, patrimônio natural. Catas Altas faz parte do Circuito do Ouro e Circuito Estrada Real, e possui inúmeras cachoeiras, poços de águas cristalinas e ambientes propícios para prática de esportes radicais. O turismo histórico pode ser feito pela cidade que apresenta arquitetura barroca em suas várias capelas, igrejas, no Santuário do Caraça, fundado em 1820, pelo Irmão Lourenço e no seu casario. Todo o perímetro urbano está tombado pelo IEPHA, e a maioria de suas construções está em processo de reforma e restauração. Catas Altas fica à 120 Km de Belo Horizonte.

Mais informações no site oficial: www.catasaltas.mg.gov.br

 

Capela Nova

 

Os primitivos habitantes da micro-região dos Campos da Mantiqueira, onde situam-se as terras do município, foram os índios da tribo dos carijós, evadidos do litoral fluminense e já pacificados. Consta que os primeiros brancos a povoar a região teriam sido José Gomes de Oliveira e Vicente Lopes. No final do século XVIII, possivelmente, por volta 1795,os então moradores ergueram uma capela, situada atrás da Serra da Pedra Menina. Essa Capela foi dedicada a Nossa Senhora das Dores, sendo freguesia de Queluz (atual Conselheiro Lafaiete). Surge desse modo, o arraial de "Capela Nova das Dores".

O núcleo começou a se desenvolver em suas cercanias, sendo que José Gomes e Vicente Lopes vieram à região em busca de ouro e pedras preciosas, atividade que determinou o início da povoação. Depois, a agricultura foi introduzida, primeiro para subsistência e, mais tarde com finalidade econômica. Em 1856, o Bispo de Mariana, Dom Domingos da Encarnação Pontível, autorizou a criação da Paróquia de Nossa Senhora das Dores de Capela Nova, tendo como primeiro vigário o Padre Agostinho Cezar Andrade.O topônimo, Capela Nova, originou-se da construção da capelinha na localidade e, para distinguir das demais capelas da redondeza,recebia o nome de Capela Nova.

Mais informações no site oficial: www.capelanovamg.com.br

 

 

Congonhas

 

Deram-lhe um nome que vem do Tupi e que quer dizer: o que sustenta, o que alimenta. Congõi. O nome da cidade adveio da planta abundante do arraial. Por volta de 1700 alguns portugueses povoaram a Vila Real de Queluz, hoje Conselheiro Lafaiete. Muito se fixaram, outros saíram em busca de novos depósitos auríferos, e assim crescia a população às margens do Rio Maranhão. Um decreto-lei, de 17 de dezembro de 1938, criou o município de Congonhas do Campo, sendo a denominação reduzida para Congonhas em 1948. A cidade apresenta o maior acervo de imagens do estilo barroco do mundo.  A Basílica do Bom Jesus do Matozinhos, que fica no topo do Morro Maranhão, tem pinturas do Mestre Ataíde e dos melhores pintores mineiros, e, em sua fronte, os doze profetas feitos em pedra-sabão pelo Mestre Aleijadinho. Abaixo desta basílica, há “Os passos da paixão”, caminho que contém seis capelas com 64 imagens de Aleijadinho e ajudantes, que relatam a Via Sacra de Jesus Cristo.  Seu principal acesso é pela BR-040 e está a 78 km de Belo Horizonte.

Mais informações no site oficial: www.congonhas.com.br

 

Diamantina

 

A descoberta do diamante em Minas Gerais, no segundo decênio do século 18, demonstrou os primeiros sinais efetivos de prosperidade para o Arraial do Tijuco. Por volta de 1734, o lugar foi transformado em Centro Político Administrativo do Distrito de Diamantino. A intervenção da coroa na exploração dos diamantes ocorreu em 1771. Diamantina foi a maior lavra de diamantes do mundo ocidental no séc. XVIII. Foram aproximadamente três milhões de quilates, uma fortuna astronômica. Os diamantes eram chamados de "estrelas". Devido a essas riquezas, Diamantina hoje, é cartão postal de Minas Gerais, preservando seu casario e ruas, e tornou-se palco de grandes eventos culturais e artísticos, como o tradicional Festival de Inverno e a Vesperata. Diamantina é a terra natal de Juscelino Kubitscheck e, em fevereiro de 2002, recebeu da Unesco, o título de Patrimônio Cultural da Humanidade. Os reflexos da atividade mineradora no município deixaram rastros expressivos na história, arte e arquitetura e na cultura em geral. O que transformou Diamantina em um grande centro cultural do país. A cidade fica a 292 km de BH.

Mais informações no site oficial: www.diamantina.mg.gov.br

 

 

 

Itabirito

 

As terras, onde hoje está à cidade de Itabirito, começaram a ser exploradas no final do século XVII, quando foi achado ouro nos córregos do Tripuí e Passa Dez. No local, bandeirantes criaram a mina de Cata Branca e foi em meados do século que o arraial começou a crescer. Itabirito possui estreita ligação com a mineração, sendo a siderurgia e a metalurgia, além da extração de minério de ferro, quartzito e caulim as principais atividades econômicas do local. O novo município é formado em 1923, com o território desmembrado de Ouro Preto, recebendo o nome de Itabirito por Von Eschewege, a um minério de ferro típico da região. Com 1852 metros de altitude, o Pico Itabirito constitui-se num dos lugares atrativos para os turistas. A Mina Cata Branca, soterrada em 1884, considerada uma das grandes reservas auríferas do País; o Balneário Água Limpa, com praias e cascatas artificiais, e a Água Quente, com suas águas termais alcalinas e magnesianas. A siderurgia e metalurgia, além da extração de minério de ferro, quartzito e caulim, são as principais atividades econômicas locais. Itabirito possui em média 40 mil habitantes e fica a 55 km da capital Belo Horizonte.

Mais informações no site oficial: www.itabirito.mg.gov.br

 

Itapecerica

 

Itapecerica é uma pequena e hospitaleira cidade no sudoeste do estado de Minas Gerais. Fica a 180 km de Belo Horizonte e possui por volta de 22 mil habitantes. Nascida no final do século XVII, Itapecerica hoje tem a economia voltada para a extração de grafite e de atividades agropecuárias. Em seu centro, ainda persiste o casario de estilo colonial e seus principais monumentos são as Igrejas Matriz de São Bento e de Santo Antônio. A natureza nos arredores da cidade é exuberante, encontrando diversas cachoeiras e locais para prática de esportes radicais.

Mais informações no site oficial: www.itapecerica.mg.gov.br

 

Mariana

 

Fundada em 1703, Mariana é hoje uma das mais importantes cidades do Circuito do Ouro. Foi a primeira capital de Minas Gerais, como também a primeira cidade planejada do estado. No seu casario ainda predomina o estilo colonial e seu centro histórico é tombado pelo Patrimônio Histórico Nacional. Entre suas mais importantes edificações estão a Basílica da Sé, uma das mais ricas e importantes igrejas mineiras, muito rica em ouro e que contem o órgão alemão Arp Schnitger, e a Casa da Câmara e Cadeia, prédio que abrigou a primeira câmara de Minas Gerais. Sua economia voltada para a mineração, com diversas empresas e minas situadas nos seus arredores.

Mais informações no site oficial: www.mariana.mg.gov.br

 

Ouro Branco

 

Localizado a 96 km de Belo horizonte e 32 km de Ouro Preto, o arraial de Ouro Branco foi fundado em 1684, quando bandeirantes acharam ouro de cor bastante clara na região. Hoje, a economia da cidade é baseada em indústrias siderúrgicas e também na agricultura. O turismo também é bastante explorado na região. Por se situar na Estrada Real e ao pé da Serra de Ouro Branco, o município possui ao seu redor belas paisagens e cachoeiras.

Mais informações no site oficial: www.ourobranco.mg.gov.br

 

 

Sabará

 

Localizada em um vale, no encontro do Rio das Velhas com o Rio Sabará, Sabará foi fundada por Manuel da Borba Gato, quando este estava pela região se aventurando à procura de ouro. Borba foi condecorado a Tenente General do Mato em seu primeiro contato com o governador Arthur Mendes de Sá. Neste período o arraial de Sabará era o mais populosos de Minas Gerais, e as primeiras vilas foram fundadas para receber o governador e o capitão-general Antônio de Albuquerque de Carvalho em 1711.  O reconhecimento da Villa Real como município de Sabará somente ocorreu na primeira metade do século XIX. Assim foram juntamente instituídos os distritos de Ravena, Mestre Caetano e Carvalho Brito. A cidade ainda conserva seu potencial histórico-artístico, mantendo em bom estado de conservação seu casario e suas igrejas. Fica a 25 km da capital Belo Horizonte.

Mais informações no site oficial: www.sabara.mg.gov.br/site/

 

Santa Bárbara

 

Pequena cidade remanescente do Ciclo do Ouro, Santa Bárbara destaca-se por ser cercada de belas paisagens da Serra do Caraça. Descoberta em 1704, pelo bandeirante Antônio Bueno da Silva, o município oferece bastante variedade de atrações turísticas, voltadas tanto para o turismo ecológico quanto para o histórico. Santa Bárbara manteve todos seus monumentos erguidos, e hoje possui um importante conjunto arquitônico que foi tombado pelo IEPHA em 1989, além de conservar suas tradições religiosas e folclóricas.

Mais informações no site oficial: www.santabarbara.mg.gov.br

 

Santa Luzia

 

Seus casarões coloniais e igrejas antigas guardam significativo patrimônio artístico, e o Rio das Velhas conta um pouco da história da cidade. A cidade teve papel importante na colônia e no império, já que o Rio das Velhas era navegável, fazendo com que Santa Luzia intermediasse as comunicações entre a Bahia e os sertões gerais de um lado, e Sabará e as vilas do ouro, de outro. Tudo passava pelo portal luziense, no intercâmbio entre norte e sul da Capitania das Minas Gerais. Entre os belos atrativos da região, destaca-se o Recolhimento de Macaúbas, instituição criada nos primórdios do século 18 para custódia e educação de senhoras e donzelas das Minas. A rodovia que liga Santa Luzia a macaúbas segue na direção de Jabotucatubas e da Serra do Cipó, no rumo de Conceição do Mato dentro e Serro.

Mais informações no site oficial: www.santaluzia.mg.gov.br

 

São João Del Rey

 

O antigo Arraial Novo do Rio das Mortes deu origem à cidade de São João del-Rei. Os primeiros sinais de ocupação do arraial remontam a 1704, quando o paulista Lourenço Costa descobre ouro no ribeirão de São Francisco Xavier, ao norte da encosta da Serra do Lenheiro. Nessa época, Lourenço Costa trabalhava como escrivão no Porto Real da Passagem, local onde Antônio Garcia da Cunha, genro e sucessor de Tomé Portes del-Rei, explorava a travessia do rio das Mortes.

Mais informações no site oficial: www.saojoaodelrei.mg.gov.br

 

 

Serro

 

Antiga Vila do Príncipe, a cidade de Serro foi a primeira inscrita nos livros de tombo do Patrimônio Nacional (IPHAN), em 1938, graças à autenticidade e homogeneidade que o conjunto urbano ainda conserva, de maneira impactante.A visita ao Serro se completa em São Gonçalo do Rio das Peras e Milho Verde, onde se pode admirar a beleza emocionante da paisagem, junto Ás mais altas cabeceiras do Rio Jequitinhonha. Alguns lugares marcantes sõa a matriz de nossa Senhora da Conceição, Igreja Bom Jesus de Matosinhos com esplêndidas pinturas, a Igreja do Carmo na área central da cidade contrapondo com a capela santa Rita, no topo de uma escada para o céu. além do Casarão da Prefeitura e Câmara, o sobrado do Barão de Diamantina, a chácara do Barão  de Serro com seu fogão de pedra sabão, incluem-se entre as edificações que dão conta dos fauto serranos, a igreja do Rosário, com a magnífica festa dos Caboclinhos, e gastronomia privilegiada.

Mais informações no site oficial: www.serro.tur.br

 

 

 Tiradentes

 

A Vila de São José del-Rei ganhou o nome de Tiradentes, homenagem ao filho herói, logo após a proclamação da república, em 1889. Próspero centro urbano no século 18, conheceu o declínio, de modo perverso, até o final dos anos 196, quando passou a merecer uma série de campanhas em favor da valorização de seu esplêndido patrimônio Cultural. Este grande empenho de personalidades e instituições resultou no resgate mágico da cidade que se esvía. Tiradentes tem uma beleza barroca que ilumina, resplandece  através da matriz de Santo Antônio com sua talha dourada. O Rosário, delicada fusão afro-brasileira, Museu Padre Toledo, Capela Mercês o Chafariz são José, o centro Yves Alves na Rua Direita assegura fôlego à movimentada vida cultural com seus variados festivais.

Mais informações no site oficial: www.tiradentes.mg.gov.br